Economia autônoma de escravos nas grandes fazendas cafeeiras do sudeste do Brasil, zona da mata mineira, século XIX/ Elione Silva Guimarães. -- páginas [167]-195

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Subject(s): DDC classification:
  • 330.97 AME.l.32
Summary: A proposta deste artigo é apresentar os resultados parciais de uma pesquisa que tem por objetivo reconstitiuir histórias e memórias de roceiros negros na Zona da Mata mineira (Juiz de Fora e Mar de Espanha . século XIX). No período proposto a região possuía condições físicas para o cultivo do café, então o principal produto de exportação do Brasil, e foi a mais rica de Minas Gerais, sendo responsável por uma produção da rubiácea, em Minas Gerias, que variou de 90% (década de oitenta do oitocentos) a 70% (década de vinte do século passado). A principal mão-de obra utilizada nas lavouras cafeeiras foi a do negro, primeiro na condição de cativo e depois como trabalhador livre predominante. Partindo de relatos de viajantes, fontes cartoráiras, processos criminais e variados processos civis (inventários, ações de cobranças de dívidas, processos de divisão e demarcação de terras, despejo, embargo e outros) investigo as atividades econômicas de cativos nas roças destinadas por seus senhores para cultivos em domingos e dias santificados e dedicadas ao seu sustento
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Publicación periódica Biblioteca Instituto Mora En sala Publicaciones Periódicas MORA (PM)/330.97 AME.l.32 (Browse shelf(Opens below)) Available (En sala) 91402-10

En: América Latina en la historia económica : revista de investigación. -- Segunda época, no. 32 (jul.-dic. 2009)

Bibliografía: p. 192-195

A proposta deste artigo é apresentar os resultados parciais de uma pesquisa que tem por objetivo reconstitiuir histórias e memórias de roceiros negros na Zona da Mata mineira (Juiz de Fora e Mar de Espanha . século XIX). No período proposto a região possuía condições físicas para o cultivo do café, então o principal produto de exportação do Brasil, e foi a mais rica de Minas Gerais, sendo responsável por uma produção da rubiácea, em Minas Gerias, que variou de 90% (década de oitenta do oitocentos) a 70% (década de vinte do século passado). A principal mão-de obra utilizada nas lavouras cafeeiras foi a do negro, primeiro na condição de cativo e depois como trabalhador livre predominante. Partindo de relatos de viajantes, fontes cartoráiras, processos criminais e variados processos civis (inventários, ações de cobranças de dívidas, processos de divisão e demarcação de terras, despejo, embargo e outros) investigo as atividades econômicas de cativos nas roças destinadas por seus senhores para cultivos em domingos e dias santificados e dedicadas ao seu sustento

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